O Fortnite & Eles & O Instinto de Mãe
Comecei a ouvir falar sobre o jogo antes do verão. Um amigo jogava , depois outro e depois outro, e quando dei por ela, jogavam todos menos o meu.
Deixamos ir levados pela “peer pressure”, e comeceram a jogar cá em casa.
Nunca achei piada ao jogo, e notava que aquilo quase como se fosse viciante.
Depois o mais novo começou a querer jogar. Afinal, os amigos do irmão também jogavam, mesmo os irmãos mais novos dos amigos, e depois vieram as férias, e mais uma vez, deixamos as coisas ir.
Mas, apesar de o deixar jogar, sentia-os sempre muito nervosos, muito agitados, e eu sempre desconfortável com a porcaria do jogo.
Começamos a pôr regras e horários definidos, e nada de jogos à semana. Durante o fim-de semana jogavam, e não queriam parar. Limitamos ainda mais as horas do fim-de-semana, mas o mais novo ainda ficava muito nervoso e agitado.
E havia algo dentro de mim que desde do dia 1 me dizia que aquilo não era apropriado para eles, especialmente para o mais novo. Mas fui-me deixando ir, até porque tinha receio (estúpido) de tirar uma coisa só ao mais novo, e deixar o mais velho continuar com o jogo. Em conversa, uma amiga lembrou-me algo que já me tinha me esquecido, eles não têm a mesma idade, e eu é sou a Mãe.
Pois, aquela vozinha que falava lá do fundo e que eu não ouvia, tinha razão.
Um dia, vi que aquilo era demais, ele não aguentava a agitação, e ficou mesmo muito nervoso. Não, basta!! Isto não é apropriado para o mais novo e o mais velho vai estar muito regulado, disse-lhes. Não compreenderam, e choraram. Disssram que eram os únicos, que todos os meninos jogavam etc etc. Eram os excluídos.
Nunca achei piada ao jogo, e notava que aquilo quase como se fosse viciante.
Depois o mais novo começou a querer jogar. Afinal, os amigos do irmão também jogavam, mesmo os irmãos mais novos dos amigos, e depois vieram as férias, e mais uma vez, deixamos as coisas ir.
Mas, apesar de o deixar jogar, sentia-os sempre muito nervosos, muito agitados, e eu sempre desconfortável com a porcaria do jogo.
Começamos a pôr regras e horários definidos, e nada de jogos à semana. Durante o fim-de semana jogavam, e não queriam parar. Limitamos ainda mais as horas do fim-de-semana, mas o mais novo ainda ficava muito nervoso e agitado.
E havia algo dentro de mim que desde do dia 1 me dizia que aquilo não era apropriado para eles, especialmente para o mais novo. Mas fui-me deixando ir, até porque tinha receio (estúpido) de tirar uma coisa só ao mais novo, e deixar o mais velho continuar com o jogo. Em conversa, uma amiga lembrou-me algo que já me tinha me esquecido, eles não têm a mesma idade, e eu é sou a Mãe.
Pois, aquela vozinha que falava lá do fundo e que eu não ouvia, tinha razão.
Um dia, vi que aquilo era demais, ele não aguentava a agitação, e ficou mesmo muito nervoso. Não, basta!! Isto não é apropriado para o mais novo e o mais velho vai estar muito regulado, disse-lhes. Não compreenderam, e choraram. Disssram que eram os únicos, que todos os meninos jogavam etc etc. Eram os excluídos.
Mas isso não me interessa, respondi. Eu faço o que acho que é melhor para vocês, e neste momento acho que este jogo não é adequado. Os outros pais fazem como bem entender.
Este fim‑de‑semana vi esta notícia, obriguei-os a ler comigo. Na conversa inicial, quando o mais novo ficou proibido de jogar, eles entenderam (mais ao menos), mas acima de tudo, entenderam que havia coisas próprias e adequadas a cada idade, e outras não. Com a notícia que leram, duas páginas no Expresso, ficaram com medo e perceberam que afinal, um jogo, pode ser mais do que jogo, e ter efeitos péssimos na saúde mental deles.
E eu? Bem, aprendi que tenho que confiar mais nos meus instintos e não me deixar levar pela pressão dos amigos.
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