Há dias.

Há dias e dias, e depois, há dias.
Há dias em que tudo corre de forma fluida e está tudo bem. Há outros dias que já são mais difíceis de passar, e depois há, aqueles dias. São esses dias, lentos e demorados, exagerados de emoções, carregados de incertezas e de medo, de pressão, de responsabilidade que fazem moer o coração, e doem na alma, deixando marcas para o sempre. São esses os dias que não esquecemos, que carregamos connosco lá atrás da mente, e que por vezes os revivemos de forma inconsciente. E são nesses dias, em que a intensidade de um abraço aconchega a alma e faz maravilhas ao coração.

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