Manhãs

Desde do primeiro que sempre gostei de os ter na minha cama logo pela manhã.
O ritual é simples e repete-se cada vez que há um bebé cá por casa: quando acorda, trago-o para aqui comigo, e tomamos o pequeno-almoço juntos. No início tinha que lhe segurar no biberão, agora ele já segura sozinho, e depois lá começa ele nas andanças da sua vida. Lembro-me sempre do Tomás, que entregava o biberão e rapidamente dizia ‘ijá táh’, virava-se para o outro lado e dormia mais duas horas santas. O Francisco não, põe-se logo em pé, de preferência em cima de mim, e começa a telenovela com os interruptores. Liga e desliga, repete, mais uma, repete, liga e desliga, até que me zango e ele chora. Depois vai para as gavetas do Pai enquanto que me faz olhinhos irresistíveis.

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