Porquê devemos deixar os miúdos ficarem “aborrecidos”?


O uso excessivo das redes-sócias, das plataformas de comunicação, dos jogos, das PlayStations e afins é algo que me preocupa, e que tento combater.
No entanto, e em relação aos miúdos, sei que não posso ser a única a remar contra a maré, e não podemos ser nem fundamentalistas nem inflexíveis. Já que chegar a um compromisso e ter bom senso.

Cada vez mais vejo vídeos como este a demostrar a importância dos momentos mortos, quer seja para o cérebro descansar e unwind, quer seja para criar miúdos mais tolerantes, ou estimular a criatividade, ou para criar novas ligações no cérebro, ou apenas para apenas estar, sentir, viver, sem interfaces, sem plataformas, one-to-one.


Deixo aqui o vídeos, para ver até ao fim. 

Dá que pensar não dá?





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