Dia dos Namorados






Isto do Dia dos Namorados é uma "americanice", é verdade. Mas se quando namorávamos dava-se alguma (ou muita) importância ao dia em causa, depois dos filhos aparecerem na nossa vida, este dia passou para segundo plano. 

Longe vão os jantares românticos em restaurantes cheios de casalinhos apaixonados, o cartão ou as flores ainda podem aparecer de surpresa, mas o que é certo é que faça-se o que se fizer, o baby não pode acordar. 


Jantar em casa, semi romântico, talvez até velas e aquele prato favorito. Música? Baixinho pois claro!
E prometemos não falar dos miúdos, nem sequer das carinhas queridas que fazem, ou daquela nova habilidade já domada. Nem da escola, nem do que é preciso comprar para eles ou da birra brutal que fizeram. Fala-se do tempo, da vida para além das criaturas pequenas , e resume-se tudo a 10 longos minutos. Depois , distraidamente, volta-se ao tema favorito. 

Filme após o jantar? Sim, dizem que os primeiros 15 minutos são óptimos para adormecer confortávelmente no sofá. 















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