Gender Fluid | Sem genéro


Jaden Smith com a sua campanha da Louis Vuitton  trouxe para a mesa o grande tema tabu: deverá ou não haver uma atribuição rígida e especifica de géneros?


Miley Cyrus já tinha dado sinais desta nova corrente, ao afirmar que  não é heterossexual, não é homossexual. 
Bissexual então? Perguntam vocês? 
Não! 
Apesar de dito à mãe, nos auge dos seus 14 anos, que era bissexual, hoje Miley afirma ser "gender fluid". Noutras palavras, sem género, apenas uma pessoa, sem conotação sexual, atraída por pessoas pela sua identidade e pelas suas qualidades. Hoje pode gostar daqueles olhos azuis profundos daquele rapaz, mas amanhã poderá sentir-se atraída pela simpatia exuberante daquela rapariga. 

Miley Cyrus #Instapride
Miley, bastante activa nesta filosofia, começou com uma corrente no instagram chamada de #instapride. 

E se um dos seus miúdos hoje lhe dizia que não é menino, mas, também, não é menina, é apenas uma pessoas, sem género nem rigidez de comportamentos. Apenas uma pessoa? 
Acho que ainda não tenho a cabeça tão aberta para aceitar bem isso. E pelo que vejo destes novos miúdos com novas ideias e novos conceitos, que na sua maioria são todos famosos ou filhos de pais famosos, penso que muito destas ideias mais malucas se devem exatamente a isso: estarem confusos e com a infância pouco estruturada devido à serem famosos. 

É na infância que se cria as bases do desenvolvimento e transformação para o adulto. É na infância que se cria os pilares da personalidade de cada um. Muita polêmica tem  surgido devido ao uso de crianças nos filmes, especialmente na carga de trabalho e nas horas diárias de filmagens. Muitas destes child-actors trabalham tanto como os adultos. O problema levantado aqui é que as crianças, especialmente as mais novas, não conseguem distinguir a realidade da ficção, e muitos confundem a sua personagem com a sua identidade real. Nas suas cabeças, começam a adquirir múltiplas personalidades, derivadas derivadas de cada personagem que encarnaram e não desenvolvem a sua sua própria. Basicamente, dizem que o seu cérebro fica confuso, sem alicerces e sem bases. 

Mas isto dos géneros e dos sexos nem sempre foi bem assim tão definido é tão rigoroso. Houve tempos em que os meninos usavam o tradicional rosa e o azul era para a meninas. Segundo o Earnshaw's Infants' Department, (junho 1918), era aceitável que os meninos usassem o rosa, pois esta é uma cor  mais forte e assertiva, e as meninas o azul, pois esta era mais suave e delicada
O mesmo se aplicava à neutralidade das roupas.  

Em 1884, Franklin Delano Roosevelt, então com 2 anos e meio, foi fotografado com o que era considerado uma roupa e penteado "gender free".  Por esta altura, era normal os meninos usarem vestidos ou saias até os seus 6 anos.

Futuro Presidente Franklin D. Roosevelt em 1884
Menino pequeno em 1870 
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