Mini T e a escola



Começou há dias, e está mais complicado. Se no inicio era giro ir, porque tinha os meninos para brincar, porque era novidade, porque havia brinquedos novos, porque era uma aventura, agora o encanto desapareceu.

Perguntas como " porque  tenho que ir?", ou " até quando tenho que ir?" são frequentes de manhã. Mas a que mais me custa é quando olha para mim com os olhos aguados, e pede para passar o dia comigo. 

Bem sei que mal entra na sala tudo aquilo passa, e que brinca muito durante o dia , e que está sempre entretido, mas são as manhãs mais difíceis de digerir...

Como o João tem que entrar as 9 horas, o dia começa entre as 7.30 \ 7.45. Quase que nem precisamos de despertador, porque o João faz essa tarefa lindamente, e quase com a pontualidade de um relógio suíço. Lá pelas 7.30 da manhã, entre ele sorrateiramente dentro da minha cama. Passado dez minutos já não aguenta mais e a casa está oficialmente acordada.

Como já se veste sozinho, tenho mais tempo para arranjar o Tomás. Depois pequenos-almoços, fazer o lanche ( confesso que por algum motivo, não gosto nada desta parte), e lá pelas 8.35/45 saímos nós. Uns meios a dormir (eu!), outros a questionar o porquê da existência da escola e outros alegres como o sol. 

Umas das regras que agora em tempo de aulas faço mesmo questão de seguir é o horário de deitar. Não somos rígidos, mas com a hora de ir para a cama não se brinca. Às 9 da noite, lá vão eles todos pimpolhos de pijama e peluches na mão.  Ao inicio custa um pouco, mas depois de se habituarem é muito fácil. As crianças precisam de dormir, precisam de descansar. E noto que eles se dormirem muito e bem andam mais descansados e as manhãs são mais fáceis. E há outra vantagem, é que também temos mais tempo, para nós. 





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Comentários

  1. O meu vai ás 22h mas ainda dorme uma sesta durante o dia... se assim não fosse não passávamos muito tempo juntos devido ao meu horário. É complicado...

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    1. pois é, percebo bem. temos que passar tempo com eles, se também tivesse um horário apertado certamente fazia assim. é uma pena as horas não esticarem, ou termos a opção de trabalhar (por inteiro) mas em horário reduzido, ou continuo como há em alguns países. beijinhos

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