As (grandes e terríveis) birras


Não falamos muito de birras, talvez por ser ainda um tema considerado tabú, talvez por achar que sugere que somos pais "maus" ou "maus" pais e não queremos ficar envergonhados. Mas o que é certo é que existem, dentro ou fora de casa, umas mais leves e outras bem mais fortes. Dizem que é próprio da idade, de testar limites, uns ate aplaudem o facto de a criança ter coragem de se auto-exprimir, outros dizem que deve-se aplicar rigidez, outros ficam serenamente tranquilos à espera que passe, e outros desesperam sem saber o que fazer. 

Retirei este artigo do blog O Rei Vai Nu, pois aprecio a abordagem pacifica, bem como o estabelecimentos de algumas "guidelines" para a rotina do dia-a-dia. 



"Sim, tenho filhos que também fazem birras, conheço amigos com filhos que fazem birras, ouço muitos lamentos dos pais sobre as birras dos pequenos e, sinceramente, o que acho realmente estranho (até assustador) são os pais que me dizem que os filhos nunca fizeram birras. A sério!? Afinal, qual é o problema das birras? 

As birras fazem parte do desenvolvimento de qualquer criança saudável. São muito comuns em crianças com menos de três anos e vão diminuindo à medida que a criança aprende a controlar o seu comportamento. Contudo, podem ser muito difíceis para os pais e criar dificuldades na relação entre os pais e a criança. Por isso, é importante apoiar a criança para ter um comportamento mais adequado.

A primeira aposta é evitar as birras. Como?




E quando nada parece resultar?

  • Se não conseguem decidir qual a estratégia
  • se não conseguem aplicar as estratégias
  • se já tentaram tudo e nada parece resultar
  • se as birras são muito frequentes ou intensas
Peçam apoio aos vossos profissionais de saúde 


fonte: O Rei Vai Nu
foto: google
Ver mais posts sobre educação e desenvolvimento dos bebés e das crianças, ver aqui

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