Do Natal

Dizem que o mais importante do Natal são as crianças e alegria espontânea que trazem consigo. Concordo completamente. Vivemos o Natal para eles e por eles. Tem mais significado, mais magia, mais valor. O seus risos enchem uma casa, contagiam quem está à sua volta, e aquecem os corações dos mais velhos. 


A euforia do Natal começou dias antes, já com a excitação dos embrulhos, de receber prendas antecipadas e dos almoços prolongados com amigos. A euforia começou devagar, a um ritmo mais lento, e foi acumulando gradualmente até chegar à sua expoente máxima na noite de 24. Até o mais pequenino andava ( e anda) mais agitado, pois sentia os dias diferentes, mais confusão, horários alargados, pessoas novas.

O Pai Natal chegou tarde durante à noite, quando já a casa toda dormia, e (não muito) silenciosamente colocou as prendas debaixo do sapatinho de cada um. A manhã começou tarde, pois já estavam cansados da noite anterior, e mal viram a árvore com as prendas foi a excitação total. 
Papel a rasgar, fitas coloridas pelo ar, risos, nem sabiam para onde olhar. O Tomás não compreendeu bem o que que se estava a passar, mas entrou na excitação, contagiado pelo irmão. O João saltava de um lado para o outro, tanto abria as prendas dele como as das outras pessoas. Queria tudo, ver tudo, brincar com tudo. 

Nós, bem, ficamos os dois a olhar, para os pequenos dois, felizes da vida, cheios de alegria e felicidade. Absorvidos no momento, nos risos, numa manhã que voou, que fez magia. 









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